A pedido de um grupo de prefeitos e da Rare, o Ministério do Meio Ambiente concordou que os patronatos locais (associações comunitárias) seriam elegíveis para receber fundos de seu Fundo especial de Proteção da Vida Selvagem, desde que cumprissem certos requisitos de registro. Dois grupos já preencheram os requisitos e receberam fundos para serem usados na gestão comunitária de suas áreas protegidas, e muitos outros estão trabalhando nas suas.
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